velha infância

Doce velha infância

Ai quem me dera ter o poder de retornar à velha infância. Mas infância daquelas boas, que nem internet se tinha.

A preocupação era chegar cedo da escola pela manhã e assistir ao fim da programação infantil, a única hora do dia dedicada às crianças. Ai que saudade da velha boa infância.

Voltar ao tempo que pai e mãe era coisa sagrada, sua palavra era ordem. Bastava um olhar para eu entender o meu lugar. Ai que saudade boa da velha infância.

Criança era criança, não tinha tanta cobrança. Não sabíamos de nada e a inocência predominava, acreditávamos no “velho do saco”,  loira do banheiro ” e tantas outras lendas herdadas, ai que saudade boa da velha infância.

Podia brincar na rua sem tanta violência, pular corda, soltar pipa, jogar bola e amarelinha, celular era coisa de rico, nem isso se tinha. Tão doce e inocente. “Ai que saudade boa da velha infância.”

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