Categoria: Maternidade

Semana mundial de amamentação aleitamento materno e saúde mental

Aleitamento materno e a sua relação com a saúde mental

Aleitamento materno e a sua relação com a saúde mental
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A Semana Mundial do Aleitamento Materno foi criada em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Um dos principais objetivos tem sido encontrar soluções para a prevenção da mortalidade infantil. Ela é realizada anualmente, na primeira semana de agosto, em mais de 170 países. É feita a partir de um tema idealizado pela OMS e adaptado às características regionais de cada nação. Para as novas mães, uma decisão importante é a de amamentar ou não. O que muitas mães podem não considerar ao tomar essa decisão, é como a amamentação pode afetar a saúde mental, bem como a saúde física da mãe e do bebê. Aleitamento materno e a semana mundial de amamentação Agosto é o Mês Nacional de Amamentação. Este mês também inclui a Semana Mundial da Amamentação de 1 a 7 de agosto. Os especialistas compartilham informações sobre aleitamento materno e saúde mental. Apesar de muitas mães e...

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Depressão pós-parto sintomas, causas e tratamento

Depressão pós-parto: principais sintomas, causas e tratamentos

Depressão pós-parto: principais sintomas, causas e tratamentos
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Estima-se que entre 70 e 80% das novas mães são afetadas pela Baby Blues ou tristeza materna, como também é conhecida. De acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 1 em cada 4 brasileiras sofrem com a depressão pós-parto, quadro que pode durar muito mais do que algumas semanas e apresentar emoções muito mais intensas. Depressão pós-parto: o que é? O nascimento de um bebê pode desencadear uma mistura de emoções poderosas, da excitação e da alegria ao medo e à ansiedade. Mas também pode resultar em algo que as mulheres poderiam não esperar: a depressão. Muitas novas mães experimentam o baby blues, também chamada de tristeza materna, após o parto. Baby blues geralmente incluiu mudanças de humor, episódios de choro, ansiedade e dificuldade em dormir. O baby blues ou tristeza materna normalmente começa nos primeiros dois a três dias após o nascimento do bebê e pode...

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Escala de depressão pós-parto de Edimburgo - faça o teste agora

Escala de Depressão Pós-parto de Edimburgo (EPDS)

Escala de Depressão Pós-parto de Edimburgo (EPDS)
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A gestação e o pós-parto são considerados períodos de elevado risco para o surgimento de transtornos psiquiátricos. Estima-se que entre 70 e 80% das novas mães são afetadas pela Baby Blues ou tristeza materna, como também é conhecida. De acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 1 em cada 4 brasileiras sofrem com a depressão pós-parto. Este quadro pode durar muito mais do que algumas semanas e apresentar emoções muito mais intensas. O impacto negativo da depressão pós-parto é significativo não apenas para a paciente e a família, mas também para o recém-nascido. A depressão pós-parto pode prejudicar a interação mãe-bebê. Pode aumentar as dificuldades de desenvolvimento neurobiológico e psicológico da criança nas primeiras fases da vida. A depressão pós-parto é um transtorno freqüentemente negligenciado e, portanto, subdiagnosticado. Para facilitar a autoavaliação da mulher durante a gravidez e após o parto, pesquisadores de saúde escoceses desenvolveram, na...

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Depressão pós-parto, tristeza materna e baby blues - quais as diferenças.

Tristeza Materna e Depressão pós-parto: quais as diferenças?

Tristeza Materna e Depressão pós-parto: quais as diferenças?
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Observo que há muitos esclarecimentos necessários sobre a depressão pós-parto. Entretanto, o primeiro passo é diferenciar a depressão pós-parto da tristeza materna, também conhecida como baby blues ou blues puerperal.

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Ser mãe é padecer no paraíso

Ser mãe é padecer num paraíso

Ser mãe é padecer num paraíso
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A frase do título é bastante famosa e faz parte de um poema de Coelho Neto. E quantas vezes as mães comentam isso? Usam a máxima de “padecer num paraíso” como elogio à maternidade. O paraíso, é claro, denota o quanto ser mãe é bom. Mas aí vem o padecer, cujo significado é ser atormentado, afligido, martirizado por algo. E isso acontece mesmo. Vende-se uma imagem de que a maternidade é um amor instantâneo. De que ser mãe é a melhor coisa que uma mulher pode alcançar. Ninguém fala sobre as agruras, as dificuldades, as dúvidas que acompanham esse novo ser que agora faz parte da família. Tudo isso gera insegurança, sofrimento, e pior, culpa. Afinal, como posso estar me sentindo triste, incapaz, cansada, desanimada quando deveria estar “soltando fogos de artifício”, comemorando, rindo à toa?

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