Depressão pode levar ao suicídio e precisa ser tratada por um psicólogo

Suicídio – é preciso falar sobre isso

Suicídio – é preciso falar sobre isso
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Sabia que existe um movimento de conscientização para a prevenção do suicídio? Chamado de Setembro Amarelo, ele acontece desde 2014. O objetivo é alertar a população a respeito dessa realidade no Brasil e no mundo e suas formas de prevenção. Então, a hora é essa. Vamos conversar sobre suicídio…

Depressão, esquizofrenia, bipolaridade, alcoolismo e uso de drogas. São inúmeros os fatores que podem desencadear uma crise que podem levar o indivíduo a querer dar fim à própria vida.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), temos um suicídio a cada 40 segundos no mundo. E o Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking de países com mais casos. É um problema de saúde pública que não pode mais ser visto como tabu. Falar a respeito, levar conhecimento à população, é uma forma de diminuir o estigma social, possibilitar o reconhecimento de vítimas em potencial e difundir que há ajuda e tratamento.

Atenção aos sinais de vulnerabilidade

Familiares e amigos devem ficar atentos a frases e comportamento como:

  • “Minha vida não tem mais sentido.”
  • “Não tenho mais vontade de viver.”
  • “Eu sou um peso para minha família.”
  • “Preferia estar morto.”
  • Isolamento e distanciamento social.

Todos são indícios de vulnerabilidade. Diferente do senso comum, quem fala, pode vir a cometer suicídio, sim.

O papel do psicólogo na prevenção ao suicídio

Quem enxerga o suicídio como recurso quer se livrar de uma dor emocional. No consultório de um psicólogo é importante, além do acolhimento, desenvolver com o paciente recursos de enfrentamento frente a crise vivenciada. Além disso,  fazer com que ele perceba que não tomamos uma medida definitiva – o suicídio, para uma situação transitória.

A presença da família e dos amigos também é muito importante neste processo. Todos podem ser aliados em tomar medidas preventivas em casa e no local de trabalho. Assim, diminui-se riscos potenciais – janelas sem proteção, acesso a facas, cordas, medicamentos. Além, é claro, de ter uma presença efetiva e afetiva.

Na maioria dos casos, o atendimento psicoterapêutico está associado ao atendimento psiquiátrico, para um resultado mais efetivo.

Diante de dúvidas, angústias, conflitos – seus ou de familiares e amigos -, um psicólogo pode ajudar.

Priscila Morozetti, parceira da Vittude, é  psicóloga formada pela FMU. Possui formação em terapia do luto, crise e emergência pela PUC/SP e Instituto Quatro Estações. Atende adolescentes, adultos, idosos e casais com base na Teoria do Apego. Marque sua consulta!

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