Pai passeando com filho na praia

Os 4 estilos de pai: qual será o seu?

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“Vou ser pai. E agora?” Além de todas as outras dúvidas, temores e responsabilidades que assumem nossos pensamentos (sou pai de 6!), vem a questão: como educarei meus filhos? Sigo a tradição da família? E o conflito de gerações? São baby boomers, Geração X, Millennials. Diversos valores, diversas atitudes. Agirei de modo mais moderno? O que fazer? Existem estilos de pai? Segundo Clabby & Elias, os pais se dividem entre 4 estilos educacionais que descrevo abaixo. Qual será o seu? Os 4 estilos de pai Verbalizador de Sentimentos – Você é um pai que deixa bem claros os sentimentos, seus e de seu filho, em relação a um problema. Antes de tomar qualquer atitude, as partes devem tornar as coisas claras, identificar o que está acontecendo, e por aí chegar à compreensão. Consequências na vida real – Você acredita que as crianças aprendem melhor quando sofrem o impacto de suas ações...

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Depressão pós-parto, tristeza materna e baby blues - quais as diferenças.

Tristeza Materna e Depressão pós-parto : quais as diferenças?

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Observo que há muitos esclarecimentos necessários sobre a depressão pós parto. Entretanto, o primeiro passo é diferenciar a depressão pós-parto da tristeza materna, também conhecida como baby blues ou blues puerperal. O nascimento de um bebê mobiliza muitas coisas não só no físico da mulher. Mobiliza também no emocional e no ambiente em que vive. Durante a gestação, a mãe provavelmente se preparou para receber o bebê. Isso inclui mudanças que envolvem o corpo, como hábitos físicos e alimentares, preparação do seio para o aleitamento materno. Além de mudanças no ambiente para receber o bebê e do preparo interno (psicológico) para a chegada da criança. O período que se sucede ao parto é propício para que a mulher vivencie várias questões. Em primeiro lugar, ocorre uma queda drástica nos hormônios progesterona e estrogênio. Isto podeinterferir no físico e também no emocional da mulher. Inevitavelmente acontece uma mudança cotidiana que pode...

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Paranóia ou precaução. Estamos medrosos demais?

Paranoia ou precaução? Estamos medrosos demais?

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Diariamente recebemos notícias que nos levam ao medo, ansiedade e preocupação. Exemplos disso são as recentes quedas de aviões, golpes políticos seguidos de violência nas ruas e ataques terroristas na Europa e nos EUA. Isso sem contar as notícias sobre possíveis bombardeios durante as Olimpíadas do Rio 2016.Será que esse medo é paranoia ou precaução? Os pensamentos que vem à cabeça são vários. “Nossa, o mundo está muito perigoso!”. “Se eu for pra lá, vou me colocar em risco”. “Será que isso pode acontecer onde eu moro?”. “O que posso fazer pra proteger a mim e minha família?” Diante dessa cascata de pensamentos e emoções, algumas pessoas tendem a desistir de viajar ou de ir a lugares externos. Você já fez isso alguma vez na vida? Conhece alguém que fez?

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Violência contra a mulher: quando o inimigo dorme ao lado

Violência contra a mulher: quando o inimigo dorme ao lado

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Asquestões de gênero se encontram hoje no centro dos principais debates sociais, culturais e políticos. É preciso lutar para reduzir as alarmantes estatísticas de violência contra a mulher. E aindabuscar aigualdade de direitos e oportunidades. No mundo todo, 40% dos feminicídios (homicídios de mulheres) são cometidos por parceiros íntimos. No Brasil, a exposição pública das agressões físicas sofridas pela modelo e atriz Luiza Brunet por seu ex-companheiro, o empresário Lírio Parisotto, trouxeram à tona outras tristes realidades: a alta frequência com que a violência doméstica acontece é inversamente proporcional às denúncias e à procura por ajuda psicológica.

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