Pai passeando com filho na praia

Os 4 estilos de pai: qual será o seu?

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5.0 01 “Vou ser pai. E agora?” Além de todas as outras dúvidas, temores e responsabilidades que assumem nossos pensamentos (sou pai de 6!), vem a questão: como educarei meus filhos? Sigo a tradição da família? E o conflito de gerações? São baby boomers, Geração X, Millennials. Diversos valores, diversas atitudes. Agirei de modo mais moderno? O que fazer? Existem estilos de pai? Segundo Clabby & Elias, os pais se dividem entre 4 estilos educacionais que descrevo abaixo. Qual será o seu? Os 4 estilos de pai Verbalizador de Sentimentos – Você é um pai que deixa bem claros os sentimentos, seus e de seu filho, em relação a um problema. Antes de tomar qualquer atitude, as partes devem tornar as coisas claras, identificar o que está acontecendo, e por aí chegar à compreensão. Consequências na vida real – Você acredita que as crianças aprendem melhor quando sofrem o impacto de...

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Paranóia ou precaução. Estamos medrosos demais?

Paranoia ou precaução? Estamos medrosos demais?

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4.0 02 Diariamente recebemos notícias que nos levam ao medo, ansiedade e preocupação. Exemplos disso são as recentes quedas de aviões, golpes políticos seguidos de violência nas ruas e ataques terroristas na Europa e nos EUA. Isso sem contar as notícias sobre possíveis bombardeios durante as Olimpíadas do Rio 2016. Será que esse medo é paranoia ou precaução?

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Violência contra a mulher: quando o inimigo dorme ao lado

Violência contra a mulher: quando o inimigo dorme ao lado

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5.0 02 As questões de gênero se encontram hoje no centro dos principais debates sociais, culturais e políticos.   É preciso lutar para reduzir as alarmantes estatísticas de violência contra a mulher. E ainda buscar a igualdade de direitos e oportunidades. No mundo todo, 40% dos feminicídios (homicídios de mulheres) são cometidos por parceiros íntimos. No Brasil, a  exposição pública das agressões físicas sofridas pela modelo e atriz Luiza Brunet por seu ex-companheiro, o empresário Lírio Parisotto, trouxeram à tona outras tristes realidades: a alta frequência com que a violência doméstica acontece é inversamente proporcional às  denúncias e à procura por ajuda psicológica.

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