Categoria: Transtornos de Ansiedade

Clonazepam

Clonazepam: um medicamento possível para síndrome do pânico

Clonazepam: um medicamento possível para síndrome do pânico
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Clonazepam, medicação pertencente à classe dos benzodiazepínicos, é dos fármacos mais comercializados nos dias atuais. As doenças psiquiátricas estão cada vez mais presentes no mundo atual. Para aliviar os sintomas desagradáveis que elas podem trazer e evitar que atrapalhem a vida das pessoas, a medicina evoluiu. E, atualmente, há no mercado medicamentos importantes para tratá-las, sendo o clonazepam o principal deles. Esse medicamento é controlado pelo Ministério da Saúde. Ele foi descoberto por meio de experimentos em animais com crises de convulsão de diferentes tipos. No estudo, constatou-se que o medicamento impede o foco epiléptico, impedindo que este consiga interferir diretamente nas funções do sistema nervoso. Além disso, inibe inúmeros outros sintomas de transtornos de ansiedade e transtornos do humor. Assim, em maio de 2009, ele se tornou o fármaco mais vendido no Brasil. Evidentemente, muitos especialistas recomendam amplamente sua utilização para inúmeros tratamentos. Mas qual é o verdadeiro objetivo...

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fluoxetina para que serve

Fluoxetina: descubra sua função e efeitos colaterais

Fluoxetina: descubra sua função e efeitos colaterais
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A fluoxetina chegou ao mercado em 1986, com o nome comercial de Prozac. Produzido pelo laboratório Eli Lilly, o medicamento ficou conhecido como “pílula da felicidade”, representando uma revolução na categoria de antidepressivos. Em 2001, quando a patente do Eli Lilly expirou, os genéricos elevaram a popularidade da fluoxetina que, até então, já havia sido prescrita para mais de 40 milhões de pessoas. Seu uso é recomendado para diversos tratamentos e, como um de seus efeitos colaterais é diminuir o apetite, algumas pessoas o buscam como remédio para emagrecer. Mas será adequado para esse objetivo? Quais seus reais efeitos? Para que serve? Quem pode usar e se beneficiar da fluoxetina? Saiba a resposta para essas e outras dúvidas no texto a seguir. Qual a função da fluoxetina? O medicamento age no cérebro, aumentando os níveis de serotonina — neurotransmissor que regula o humor, o bem-estar, o sono, o apetite e...

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ansiosa dicas para reduzir ansiedade

Ansiosa? Confira 10 dicas para reduzir sua ansiedade

Ansiosa? Confira 10 dicas para reduzir sua ansiedade
6 avaliações

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Primeiro, vamos esclarecer: o que é ser uma pessoa ansiosa? A personalidade ansiosa é sinônimo de aflição constante. Um estado de alerta exagerado, povoado por preocupações avassaladoras e paralisantes. Note: constatar “eu estou ansiosa” é bastante diferente de concluir “eu sou ansiosa”. De um lado, temos uma condição natural, porque temporária. É absolutamente normal — e saudável — ficar apreensiva com situações novas, que nos colocam em teste. Por outro lado, quando a ansiedade se torna um traço tão presente, que acaba por definir nossa identidade, é sinal de que o mecanismo de defesa psíquico perdeu a medida. Coisas banais se transformam em ameaça à nossa integridade. Tudo adquire — ou tem potencial de adquirir — conotações de perigo. Nessas circunstâncias, o medo e a insegurança passam a nos governar, subtraindo, gradualmente, nossa liberdade. Identifique sintomas de ansiedade crônica A ansiedade pode ser tão ou mais incapacitante que uma doença...

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Ataque de pânico

Ataque de pânico: o que fazer diante de uma crise?

Ataque de pânico: o que fazer diante de uma crise?
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Ataque de pânico? Talvez você já tenha testemunhado ou vivenciado um, sem saber reconhecer o que ocorreu. Os sintomas físicos de um ataque de pânico são semelhantes aos de um infarto: taquicardia, dores no peito, formigamento (nas mãos, pés ou rosto), sudorese, náusea, respiração acelerada, tontura… E muito medo de morrer, de não conseguir escapar daquela situação. O quadro assusta e, corretamente, a pessoa procura por ajuda médica. Após os exames, vem o diagnóstico: não há nada de errado com o coração. A saúde física está íntegra. Nesses casos, o próprio cardiologista costuma orientar o paciente a procurar por um psicólogo ou psiquiatra, pois seu mal-estar súbito é, na verdade, uma resposta à ansiedade. Ataques de pânico são mais comuns que você imagina Os ataques – ou crises – de pânico são muito comuns. Acometem cerca de 11% da população adulta, anualmente. E estima-se que 90% das pessoas passará, em...

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Compulsão lavar as mãos

Compulsão: 6 tipos que você precisa conhecer

Compulsão: 6 tipos que você precisa conhecer
18 avaliações

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Compulsão é uma atividade repetitiva, excessiva e um exercício mental sem sentido que uma pessoa realiza na tentativa de evitar aflição ou preocupação. Trata-se de um comportamento destinado a reduzir o desconforto psíquico devido a fatores como, por exemplo, a depressão ou ansiedade. Em algumas situações, a compulsão pode estar associada ao abuso de substâncias ou ao transtorno obsessivo-compulsivo. Indivíduos com essas condições se envolvem no comportamento compulsivo não porque querem, mas porque sentem que precisam fazê-lo. Compulsões também podem ser menores e não atingir o nível de ser considerada uma doença mental. Muitas pessoas têm compulsões leves, como a necessidade de se exercitar regularmente, de se envolver em uma certa quantidade de trabalho ou de contar seus passos. As compulsões só se tornam parte de um diagnóstico de saúde mental quando criam angústia, interferem na vida normal ou colocam em risco a saúde de uma pessoa. Compulsões vs. Obsessões...

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mulher em uma crise nervosa

Crise nervosa: como controlar as reações emocionais?

Crise nervosa: como controlar as reações emocionais?
15 avaliações

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Crise nervosa ou colapso nervoso, é o sinal de que algo está, literalmente, fora de controle, e é preciso estar atento, tanto às causas quanto às consequências desse mal. Ocorre que, mesmo diante de tantos problemas, conflitos, e até quando lidamos com doenças como a depressão e a ansiedade, por exemplo, possuímos um certo nível de controle sobre nossas emoções. Mas quando chegamos ao ponto de passar por uma crise nervosa, isso demonstra que nossa mente foi gravemente afetada e alguns limites foram ultrapassados. Por isso, é tão importante reconhecer quais são esses limites e o que pode estar causando um desequilíbrio emocional tão grave, que faz com que se perca o controle emocional e se chegue a uma crise de nervos. Fatores desencadeantes da crise nervosa Existem diversos fatores que podem levar o indivíduo a uma crise nervosa, e os principais são: pressão excessiva no trabalho; conflitos no relacionamento;...

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